Antes. O total do relatório mudava depois de enviado, e ninguém sabia por quê.
Depois. Arquivo com data no nome e regra de gravação; a versão enviada é a que fica.
O que continua funcionando quando a gente sai.
Lista completa com dono, origem do dado e destino, atualizável em uma folha.
Arquivos que caem sempre na mesma pasta, no mesmo formato, no mesmo dia.
Uma página com a regra e exemplos, colada na parede da sala.
Dentro de cada planilha, avisando na célula quando algo não fecha.
Forma fixa que permite comparar março com setembro sem arqueologia.
Duas páginas numeradas, testadas por quem nunca tinha feito o fechamento.

Abra cada um: são os mesmos em quase toda empresa que fecha o mês à mão, e nenhum deles nasceu de descuido. Todos começaram como solução de emergência que ficou.
Sai do sistema, vai para a planilha do setor, de lá para a consolidada e ainda para a apresentação. Cada passagem é uma chance de erro, e o erro só aparece quando alguém desconfia do total.
«Fechamento final», «fechamento final 2», «final revisado ok». No dia da reunião ninguém sabe qual abrir.
A pessoa que monta sabe que o total «tem que dar por volta de tanto». Quando ela sai de férias, essa conferência sai junto.
Uma linha nova aqui, uma coluna ali. Comparar março com junho vira trabalho de arqueologia.
Doze passos em ordem certa, nenhum escrito. Basta uma licença médica para o mês fechar em dobro no mês seguinte.
Medidas tomadas com cronômetro no primeiro mês e no quarto, publicadas com autorização de cada empresa.
Antes. O total do relatório mudava depois de enviado, e ninguém sabia por quê.
Depois. Arquivo com data no nome e regra de gravação; a versão enviada é a que fica.
Antes. A conferência estava na cabeça da analista que fazia havia seis anos.
Depois. As somas de controle ficaram na planilha, e ela tirou férias em janeiro.
No levantamento abrimos todas, uma a uma, e devolvemos por escrito o que dá para cortar já na semana seguinte.